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"Você diz que é operario sai em busca do salário"(com açucar e com afeto)-na voz de Takai, um pop revisitado
Ouvindo "Onde Brilhem os Olhos Meus" (2007)
O primeiro CD solo de Fernanda Takai, que saiu a semanas atrás. Belíssimo, uma revelação e uma homenagem a Nara Leão.
Vale a pena ler um trecho da ótima matéria sobre Fernanda e seu cd na Carta Capital:
http://www.cartacapital.com.br/2007/09/464/fernanda-takai-se-veste-de-nara-leao
Lendo Fun Home - Uma Tragicomédia em família, de Alison Bechdel. Lançamento da editora Conrad, o HQ recebeu o Eisner Awards de Melhor Não-Ficção de 2007.
Se trata de um biografia em quadrinhos da quadrinista Alison, aonde retrata sua família em moldes pequeno burgueses em seus atos escabrosos e reprimidos. Pai de Alison é um gay enrustido que se mata a mãe uma mãe e mulher frustrada, a filha uma lésbica assumida que parte para desestruturar a família.
Atenção para as inúmeras referencias literárias, neste ponto o livro me lembrou muito o Modotti, a biografia em quadrinhos de Tina Modotti.
Cinema: A Vida dos Outros (2006-in cartaz), ganhador de Oscar de melhor filme estrangeiro em 2007, o filme de Florian Henckel von Donnersmarck, narra Berlim oriental em 1984. O centro da trama não são os vigiados do regime comunista alemão e humanização do torturador psíquico que se redime de sua consciência comuna com a cobertura a um dos principais escritores e teatrólogos da Alemanha oriental.
Muito bom filme.
(Fun Home)
Escrito por Brunna às 11h47
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longe de toda gente para sempre (debaixo d´agua)
Longa e tenebrosa ausência. O que acontece?
Talvez a ressaca e o afastamento necessário da gestão de um novo, espero.
São muitas coisas, muitas verdades estruturadas que me dão no saco ( que não tenho..) Talvez no saco do papai noel, que também não tem...(aléias a capa da Piauí deste mês está ótima, uma ilustração de papai noel dúbia, ponto pro Laerte).
Já sinto o espírito natalino a semanas, pasmeira, malditos, esse ar, esse aroma, esses malditos papeis com promoções natalinas. O Natal chega mais cedo, o ano acaba mais cedo.
Talvez tenha que seguir o conselho da Tia, ler "Memórias do Subterrâneo", de Fiódor Dostoievski, ou seguir os conselhos da gloriosa Maria Bethânia ;
Debaixo D'agua
Maria Bethânia
Composição: Arnaldo Antunes
Debaixo d'água tudo era mais bonito mais azul mais colorido só faltava respirar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua se formando como um feto sereno confortável amado completo sem chão sem teto sem contato com o ar
Mas tinha que respirar Todo dia Todo dia, todo dia
Debaixo d'água por encanto sem sorriso e sem pranto sem lamento e sem saber o quanto esse momento poderia durar
Mas tinha que respirar
Debaixo d'água ficaria para sempre ficaria contente longe de toda gente para sempre no fundo do mar
Mas tinha que respirar Todo dia Todo dia, todo dia todo dia Todo dia, todo dia
Debaixo d'água protegido salvo fora de perigo aliviado sem perdão e sem pecado sem fome sem frio sem medo sem vontade de voltar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua tudo era mais bonito mais azul mais colorido só faltava respirar
Mas tinha que respirar Todo dia
Agora que agora é nunca Agora posso recuar Agora sinto minha tumba Agora o peito a retumbar Agora a última resposta Agora quartos de hospitais Agora Abrem uma porta Agora não se chora mais Agora a chuva evapora
Agora ainda não choveu
Agora tenho mais memória
Agora tenho o que foi meu
Agora passa a paisagem Agora não me despedi Agora compro uma passagem Agora ainda estou aqui Agora sinto muita sede
Agora já é madrugada
Agora diante da parede Agora falta uma palavra Agora o vento no cabelo
Agora toda minha roupa
Agora volta pro novelo Agora a língua em minha boca Agora meu avô já vive Agora meu filho nasceu Agora o filho que não tive Agora a criança sou eu Agora sinto um gosto doce
Agora vejo a cor azul
Agora a mão de quem me trouxe
Agora é só meu corpo nu
Agora eu nasço lá de fora Agora minha mãe é o ar Agora eu vivo na barriga Agora eu brigo pra voltar Agora
Mas, que show foi aquele? Estarrecida, abobalhada, impressionada e passada.
Lindo, Bethânia insuperável em sua nova turnê do cd ao vivo Dentro do Mar tem Rio e com base nos dois cd´s lançados simultaneamente Mar de Sophia e Pirata (que já postei por aqui em algum lugar...). Impecável, um show histórico.
Enfim.. agora... eu brigo pra voltar.

Escrito por Brunna às 10h05
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Ouvindo
Mônica Salmaso, Noite de Gala (2007)
Brilhante interpretação de Mônica sob clássicos de Chico Buarque e maravilhosos arranjos do grupo Pau Brasil.
Lamentável ter perdido o show...
Construção ficou absolutamente genial!!!!!! Como proletariada que sou acabei por baixar o cd, mas o encarte veio scaniado e deu para perceber a qualidade e selo gráfico. Letras com fotos em PB de uma Lapa solitária.
Texto do encarte
No gigantesco universo da canção brasileira, há dois compositores-mestres que eu escuto desde criança e que me ensinaram música e também alma e cultura brasileiras: Dorival Caymmi e Chico Buarque.
Me parece natural que, a certa altura da carreira, um intérprete se dedique a fazer projetos sobre a obra de determinados compositores. Num mergulho dessa natureza, mesclam-se a homenagem e o prazeroso trabalho de foco e pesquisa.
Em 2004, fiz um show com músicas do Chico Buarque, como parte de uma linda exposição na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro; depois, houve algumas temporadas que esse primeiro show gerou. Em 2006, pra minha completa surpresa e absoluta felicidade, veio um convite do Chico para eu participar do cd CARIOCA.
Esse encadeamento de episódios me levou a antecipar o projeto que eu sabia que faria mais tarde.
Queria para este disco uma sonoridade de grupo e imediatamente convidei o Pau Brasil, por sua criatividade e maturidade musical, por nossa convivência em vários trabalhos e formações, desde os AFRO SAMBAS, com o Bellinati, e por sua própria história com a discografia do compositor - gravando com Chico e Edu Lobo em 1988 o disco A DANÇA DA MEIA-LUA.
Quisemos unir a voz ao grupo - como eu gosto e acho divertido cantar -, explorar a sonoridade de cada instrumento e as nossas possibilidades de encontros.
Agradeço imensamente ao Chico Buarque, pelas canções que fazem parte da minha formação musical e emocional e pela gravação de “Imagina”, e ao Pau Brasil, por ter aceito o convite e por fazer uma música tão viva e tão boa.
Mônica Salmaso

Escrito por Brunna às 09h45
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Umbanda, caranguejo, salta a dor- Lavanda -Otto
Nada como um feriado...
DVD
Cartas a Iwo Jima Finalmente assisti ao segundo filme de Clint. Sim, os filmes foram totalmente injustiçados nas premiações cinematográficas. Com as sutilezas de práxis os filmes são um tratado sobre a humanidade.
E a tatuagem saiu! Não toda, mas saiu... Acho que to em ressaca de leitura. Não consegui pegar outro livro para ler até agora. paciência...
Ouvindo
Otto Sem Gravidade (2003) Terceira produção do cantor, compositor e percussionista pernambucano. As canções foram compostas durante as viagens do músico ao Vale da Morte, nos Estados Unidos, Amazônia e Chapada Diamantina e parecem ter tido influência determinante na construção das mesmas, assim como o mergulho de Otto no mundo do filósofo alemão Nietzche, divertidamente citado em “Nebulosas”. O clima só muda um pouco com “Pra Ser Só Minha Mulher”, sucesso dos anos 70 na voz de Roberto Carlos e Ronnie Von. As participações especiais são outra constante e dão um toque todo especial a “Sem Gravidade”. A veterana Rita Lee aparece em “Tento Entender”, com o filho Beto, além da atriz (e noiva do cantor) Alessandra Negrini emprestar a sua voz em outras três faixas. “Sem Gravidade” mostra uma cara mais acústica, sombria e suave de Otto, bem diferente das levadas eletrônicas que marcaram sua iniciação no mercado fonográfico. E ele se sai bem também nesse formato, principalmente pela espontaneidade de suas harmonias, linhas e palavras, que parecem, muitas vezes, estarem sendo feitas de improviso.
Escrito por Brunna às 12h44
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Tempo que não escrevo
Sei lá várias coisas acontecendo, que não gostaria que estivesse. A barreira da individualidade para o individualismo é muito tênue não sei se sei lhe dar muito bem com isso.
Para alguns o que é rotina não existe e o que é rotina é normal. Parece que já vi este filme, só não quero o mesmo final. As vezes acho que a culpa é minha que tenho que fazer algo, outras que não tem o que fazer, não carrego o mundo e nem tenho pretensão de tal baboseira. De repente também é só uma fase, como tantas outras.
Sopa de Letrinhas
“Rebelião Estudantil”, de João Roberto Martins Filho. 68, abril, maio e junho, Brasil, França e México. 1968 o ano da rebelião estudantil, o ano que concentrou todas as formas de contestação, talvez o ano em que o movimento estudantil estivesse mais articulado. O Ano das passeatas, da barricadas e das Universidades.
Bom livro, simples e conciso, vale a pena ler.
DVD
A Conquista da Honra, (2006) de Clint Eastwood. O primeiro de dois filmes, duas versões sobre fatos que aconteceram no final da II Guerra Mundial.
Eastwood, em plena discussão sobre a construção de um mito, baseia-se na famosa foto que elevou os ânimos de uma população achacada pelos seus governantes imperalistas.
Como, onde e porque, não interessa. Não interessa os fatos e sim as versões...

Escrito por Brunna às 08h55
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Ouvindo
Lenine- acústico MTV (2006)
Em seu 7º disco Lenine revisa a carreira e seleciona as mais piegas (ou as mais ouvidas que se tornam piegas) e grava seu “acústico”. Formato impecável, de conquisar fãs histéricas e carentes.
Ponto alto para as 3 ou 4 últimas músicas
DVD
Anjos do Sol (2006), primeiro filme de Rudi Lagemann, conta a saga da menina Maria, de doze anos, que é vendida pela família, que vive no interior do nordeste brasileiro, a um recrutador de prostitutas. Depois de ser comprada em um leilão de meninas virgens, Maria é enviada para um prostíbulo localizado numa pequena cidade, vizinha a um garimpo, na floresta amazônica. Após meses sofrendo abusos, Maria consegue fugir e atravessa o Brasil na carona de caminhões. Ao chegar ao seu novo destino, o Rio de Janeiro, a prostituição coloca-se novamente no seu caminho.
Festival de Gramado 2006
- Melhor filme em longa-metragem brasileiro
- Melhor roteiro em longa-metragem brasileiro
- Antônio Calloni - Melhor ator em longa-metragem brasileiro
- Mary Sheyla - Melhor atriz coadjuvante em longa-metragem brasileiro
- Otávio Augusto - Melhor ator coadjuvante em longa-metragem brasileiro
- Leo Alves, Felipe Lacerda e Rudi Lagemann - Melhor montagem em longa-metragem brasileiro
Miami International Film Festival
- Júri Popular - Melhor Longa de Ficção Ibero-Americano
A procura da felicidade
Um melodrama... deixa para lá.

Escrito por Brunna às 13h40
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agora sai
com data marcada e algumas modificações...
mas segue a futura marca. sexta que vem. Yup iiiiiiiii
Escrito por Brunna às 09h17
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no esquina, no botequim, no terreiro
Iniciativa histórica, encabeçada pelo SescSP, de reunir compositores e sambistas da região de São Mateus, Zona Leste de São Paulo, e originar o cd “Berço do samba de São Mateus” (vendido nos sesc´s a R$10,00).
O resultado foi um ótimo show no Sesc Itaquera, com direito a todos os contribuintes; Beth Carvalho, samba da vela, camisa verde e branco, quinteto em branco em preto e outros grupos.
Como disse Beth Carvalho e como está escrito na apresentação do CD “Para acabar, um vez por todas, com está história que São Paulo é o “tumulo do Samba’
Samba agoniza mas não morre Nelson Sargento
Samba, agoniza mas não morre Alguém sempre te socorre Antes do suspiro derradeiro
Samba, negro forte destimido foi duramente perseguido no esquina, no botequim, no terreiro
Samba, inocente pé no chão a fildaguia do salão te abraçou, te envolve
Mudaram, toda sua estrutura te impuseram outra cultura e você nem percebeu
Sopa de letrinhas
Depois de tentar, novamente ler, “As portas da revolução- escritos de Lênin de 1917 de Slajov Zizek, Ed. Boitempo. E parar novamente (mas desta vez até que consegui ir um pouco adiante...)
Peguei para ler
A hora obscura – testemunhos da repressão política
Julius Fucik, Henri Alleg e Victor Serge
Três fortes relatos da experiência concreta de revolucionários que, apesar da ferocidade do aparelho repressor, não deixaram de cumprir seu papel na luta pelo socialismo. “Reportagem ao pé da forca” (J. Fucik), “A tortura” (H. Alleg) e “O que todo revolucionário deve saber sobre a repressão” (V. Serge), descrevem os meios utilizados pelos agentes repressores para destruir a organização dos trabalhadores e servem, à maneira de exemplo, de orientação política ao comportamento de militantes frente à repressão.
O livro ta acabando comigo, mas é genial
Escrito por Brunna às 12h58
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Feriado como a tempos não tinha
Leituras, risos, álcool, filmes e peças
Em uma fase mais tranqüila do que nunca. Merecido, muito merecido.
Mas como diria o desenho em guarda, sempre.
Salmo 91
Em carta peça a peça Salmo 91, adaptação de Dib Carneiro Neto( editor do Cultura do jornal estado de são paulo)do livro Carandiru, do médico Drauzio Varella, no teatro Oficina.
Imperdível
Depois do filme do Babenco e do livro do Drauzio, o massacre tem uma nova (re)leitura. Mais humana, do que todos. Pílulas, melhor dizendo 10 pilulas de humanidade de personagens.
O histerismo insano de uma das personagens –sim no feminino era uma travesti- foi um dos mais chocantes. A cadeia, aquele bando de machos que pediam as coisas mais absurdas para ela era o orgulho de que tinha sido alguém na vida, ao contrario do irmão que sempre a humilhou e hoje é dono de buteco de periferia.
Nada mais profundo para o final de noite do começo de um feriado.
Frida (2002)
A diretora Julie Taymor (Titus) leva às telas a história de Frida Kahlo, pintora que revolucionou a arte mexicana. Com Salma Hayek, Geoffrey Rush, Alfred Molina, Antonio Banderas, Ashley Judd e Edward Norton.
Ganhou 2 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Maquiagem e Melhor Trilha Sonora. Foi ainda indicado nas seguintes categorias: Melhor Atriz (Salma Hayek), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, e Melhor Canção Original ("Burn It Blue").
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Atriz - Drama (Salma Hayek).
Aimée & Jaguar (1999)
O filme de Max Färberböck, passa-se em plena Segunda Guerra Mundial, a judia Felice Schragenheim resolve por permancer em Berlim, mesmo havendo o perigo constante de ser capturada a qualquer momento pelos soldados nazistas. Tudo por causa de seu grande amor: Lilly Wust, a pacata esposa de um soldado alemão e mãe de três filhos.
Baseado em fatos reais a verdadeira Lilly Wust, aos 85 anos, compareceu ao Festival de Berlim de 1999, para ajudar na publicidade do filme. O filme ganhou o Urso de Prata de Melhor Atriz (prêmio dividido entre Juliane Köhler e Maria Schrader).
Soldados de Salamina (2003)
De David Trueba. Uma romancista abandona sua carreira de escritora para investigar uma história real sucedida nos últimos dias da Guerra Civil Espanhola: o escritor Rafael Sánchez Mazas foi fuzilado junto com outros cinqüenta prisioneiros, mas consegue fugir e esconder-se na floresta. Rafael Sánchez acaba sendo encontrado por um soldado, que lhe deixa escapar. A escritora recompõe as peças desta história, repleta de contradições e personagens enigmáticos. Em sua busca, acaba não indo ao encontro da verdade, como de si mesma.
Viva a democracia (leia-se a cerveja!)

Escrito por Brunna às 16h18
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porém não consegue nos apagar porque o amor aumenta com o lua-O mar e o ar (orquestra imperial)
Ouvindo
Orquestra Imperial, no CD “Carnaval só ano que vem” de 2007
Os cariocas do grupo, atualmente 19 integrantes, é mais um fino achado.
Nina Becker (cantora e estilista), Thalma de Freitas (cantora e atriz), Rodrigo Amarante (Los Hermanos) e Moreno Veloso (+ 2 e produtor do “Cê” de Caetano Veloso) nos vocais; Nelson Jacobina (parceiro de Jorge Mautner e co-autor de “Maracatu atômico”), Bartolo (Duplexx, Arnaldo Antunes e Branco Mello) e Pedro Sá (guitarrista e produtor do “Cê” de Caetano Veloso) nas guitarras; Rubinho Jacobina (autor do sucesso dos bailes “Dr. Sabe Tudo”) e Berna Ceppas (produtor musical) nos teclados e efeitos; Kassin (+ 2, Acabou la Tequila) no baixo, Domenico (+ 2) na bateria, Stephane San Juan (Amadou & Marian), Cesar Farias “Bodão” (Fernanda Abreu), Leo Monteiro (ALT) e Wilson Das Neves na percussão; e nos metais Max Sette (do disco “Parábolas ao vento”), Felipe Pinaud (Gabriel O Pensador e responsável pelos arranjos do disco), Mauro Zacharias (Los Hermanos e Só Pra Contrariar) e Bidu Cordeiro (Paralamas do Sucesso e fundador do Reggae B).
Fora o fato das funções não serem fixas (Wilson, Max e Rubinho também cantam), ao vivo, a Orquestra sempre conta com participações especiais. Já passaram pelos bailes artistas como Marisa Monte, Luiz Melodia, Erasmo Carlos, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Roberto Silva, Fernanda Abreu, Bebel Gilberto, Marcelo Camelo e DJ Marlboro.
Apesar do estranhamento causado pela distância sonora entre os grupos pelos quais os integrantes do núcleo inicial da Orquestra se tornaram conhecidos e o que é feito na big band, o samba é o denominador comum, unindo as diversas vertentes através do gosto pessoal de cada um. Ainda assim, o espírito anárquico dos bailes está mais para show de rock do que gafieira.
Envolvidos em seus projetos principais, a quantidade de integrantes transforma a marcação de um simples ensaio numa tarefa complicada. Gravar um disco então, nem se fala. Obrigados a esperar, amadureceram e este ano o CD está ai, para nossa alegria!

Escrito por Brunna às 09h57
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Em um mundo de ladrões o único pecado capital é a burrice
Sopa de Letrinhas
Medo e Delírio em Las Vegas é a obra-prima de Hunter Thompson, que suicidou-se em 2005, recém lançado pela editora Conrad, e criador do jornalismo gonzo.
O estilo”gonzo” seria uma gíria irlandesa do sul de Boston para designar o último homem de pé após uma maratona de bebedeira. No caso do relato é um estilo de narrativa em jornalismo, cinematografia ou qualquer outra produção de mídia em que o narrador abandona qualquer pretensão de objetividade e se mistura profundamente com a ação.
Medo e Delírio em Lãs Vegas é a história de Thompson e seu advogado, que viajam para cobrir a Mint 400, corrida no deserto, e em busca do sonho americano embarcam em um seqüência avassaladora de drogas, dividas e jogos. É como tomar um ácido e embarcar no tubarão vermelho ou na baleia branca rumo as mais esdrúxulas histórias.
Genial

Escrito por Brunna às 11h39
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olhos de quem quer ver o que ninguem vê (olhozinho-rita ribeiro-zeca baleiro)
Hoje, me desesperou o barulho coletivo das pessoas andando no metro. O que estamos fazendo?
Sopa de Letrinhas
O Inquisidor, Valério Evangelisti
Valerio Evangelisti é um dos novos autores italianos mais populares e elogiados pela crítica européia. Depois de ler Black Flag, agora devorei “O Inquisidor”.
Seguindo o mesmo estilo, três historias, três tempo (presente, passado e futuro) e três bizarrices que na realidade são nosso cotidiano... ou foi..ou será...
Genial
Um inquisidor, uma religião, uma forma de vida. Três histórias e conceitos de física quântica.
Ouvindo
Rita Ribeiro,
Cantora maranhense, seu primeiro cd (1997), o qual estou ouvindo, cheio de influencias norte/nordeste. Com Zeca Baleiro, Chico César e Antônio Vieira.
Escrito por Brunna às 08h18
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I wanna kiss you in Paris -Justify My Love (madonna)
Ouvindo:
Madonna- "The Immaculate Collection"
Lançado em 1990, o disco é uma coletânea do sucesso de Madonna, no perído de 1983 a 1990. É a coletânea mais vendida de todos os tempos por uma cantora.
São 15 mega hit´s, como “Holiday” e “Luck Star”, a maioria com remix para ficarem mais, digamos, dançantes. Mais duas canções inéditas, "Rescue Me" e "Justify My Love", foram inclusas.
Em nova sessão, - ainda vai ser cinema-
Estréia no dia 17 de, o documentário *Milton Santos ou: O Mundo Global Visto do Lado de Cá*, dirigido por Silvio Tendler (/Jango/, /Os Anos JK/). O filme aborda o tema da globalização sob uma perspectiva da periferia, tendo como base uma entrevista de janeiro de 2001 com o geógrafo Milton Santos, um dos principais expoentes do pensamento brasileiro do século XX.
Neto de escravos e filho de professores, Milton Santos (1926-2001) foi alfabetizado em casa pelos pais. Formado em direito, jornalista de profissão, foi para a França em 1958 quando se tornou doutor em geografia. Publicou 40 livros e assinou centenas de artigos. Morou e lecionou na França, Tanzânia, Venezuela, Estados Unidos e Canadá. Em 1978 voltou ao Brasil e na década de 90 se tornou uma das principais referências na luta contra o projeto neoliberal.
No documentário, Milton Santos explica que a informação é o coração da globalização. É através dos sistemas de comunicação que as grandes empresas estabelecem atualmente seus domínios. Mas é também através da comunicação que pode se dar a mudança rumo a um futuro mais humano. Imagens de arquivo, entrevistas, filmagens atuais, computação gráfica e a trilha sonora completam o filme.

Escrito por Brunna às 12h14
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tomei um tiro no vidro do meu carro é a pobreza tirando o seu sarro (noticias populares-ana carolina)
E fontes segura afirmam; " Seu Jorge e Ana Carolina não estão brigados". Maior prova deste despropósito, foi a presença do cidadão no show de ontem, 6, de Ana Carolina, em sua turnê por São Paulo. Uma pena...
Pátria Livre, Venceremos!
Sopa de letrinhas
Lendo Ousar Lutar, De José Roberto Rezende e Mouzar Benedito Ousar lutar é um importante relato de um brasileiro que viveu, sob fogo cerrado, os meandros do movimento revolucionário dos anos 1960-70, que percorreu os segredos da clandestinidade e conheceu, na pele, literalmente, os porões da ditadura e, em sua essência, os escaninhos da tortura.
O relato direto, a simplicidade e a sinceridade com que José Roberto Rezende nos transporta aos momentos em que cruciais dúvidas de "como fazer" coexistiam, lado a lado, em toda intensidade, à absoluta certeza da necessidade da resistência, de atuar no sentido de interromper a escalada da violência instaurada pela ditadura e pela construção do novo são os segredos deste Ousar lutar.
Escrito por Brunna às 09h35
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Me levou pr´um cantinho e disse: Morde (cantinho, Ana Carolina)
Tecnicamente impecável. Passadinha rápida nas antigas, sem muito mela -mela. Histericamente esperado- odeio gente gritando- e o mais esperado; O cd dois quartos; novos arranjos, novas composições. Ana Carolina, em sua melhor performance. Raivosa, com estilo impecável, é uma verdadeira música/compositora. Tocando É isso ai, uma das músicas mais tocadas na rádio em 2006, no piano e o inigualável pandeiro em Chevette.
Sim, Bethânia ligou... e se deu bem. A música de mais sucesso do novo cd da Bethânia, Pirata, é de composição de Ana Carolina (parceira com Jorge Vercilo), Eu que Não Sei Quase Nada do Mar, e ela tocou, lindo.
Sim, veio o Cristo de Madeira...sem comentário.
Claro, não podia faltar..Madonna no show... genial!

Escrito por Brunna às 09h20
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